O ódio gasta a lentidão das horas
Magoa mesmo quando não mereces
Ri das dores da vida que choras
Fere tanto a alma que padeces.
O ódio vive de morrer de fúria
Cravando as unhas num sonho ameno
Tanto gosta de propagar a injúria
Que absorve raiva e injecta veneno.
O ódio cria novas teias
Ferindo a paz para transformar em dor
Com toda a raiva que tem nas veias
Cria guerra onde há amor...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Quem?
Sou assim,
E não hei de mudar
O que existe em mim
É difícil de explicar
Sou assim elequente,
E o que a boca não fala a mão maneija
O que me faz ser diferente,
É eu não ser aquilo que queres que seja.
Sou algo influenciável
Mas seguindo um caminho recto
Pouco sociável
Com quem não me parece correcto
Sonho ao som de uma balada,
Pois corpo que não sonha é como bandeira sem hino,
Ou casa desabitada
A ruina é seu unico destino.
Não tenho maldade
Não sou de sangue a ferver
As emoções que trago, dão vida à saudade
E as que tive contigo não hei de esquecer...
E não hei de mudar
O que existe em mim
É difícil de explicar
Sou assim elequente,
E o que a boca não fala a mão maneija
O que me faz ser diferente,
É eu não ser aquilo que queres que seja.
Sou algo influenciável
Mas seguindo um caminho recto
Pouco sociável
Com quem não me parece correcto
Sonho ao som de uma balada,
Pois corpo que não sonha é como bandeira sem hino,
Ou casa desabitada
A ruina é seu unico destino.
Não tenho maldade
Não sou de sangue a ferver
As emoções que trago, dão vida à saudade
E as que tive contigo não hei de esquecer...
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