Vivo num ritmo frenético
Sem nunca abrandar
Sinto-me patético
Por não conseguir parar.
Minha vida é um quadro
Em branco, por pintar
Retraio-me e parto
Para onde a mente me levar.
Minha alma é inconstante
Por não abrandar
Procuro a todo o instante
Mas nunca consegui lá chegar...
Procuro a paz
Bem no interior
Sinto que não sou capaz
Minha alma morre de dor...
Morro ao toque de um beijo
Não encontrei o remédio
Abstraio-me e vejo
Que o frenético não passa de tédio!!
2 comentários:
"Morro ao toque de um beijo"
adoro est verso...
mas vendo bem, adoro os teus poemas...
bjoO!!**
Daria (Vai dar :P) uma música linda! ;) *
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