segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Frenético

Vivo num ritmo frenético
Sem nunca abrandar
Sinto-me patético
Por não conseguir parar.

Minha vida é um quadro
Em branco, por pintar
Retraio-me e parto
Para onde a mente me levar.

Minha alma é inconstante
Por não abrandar
Procuro a todo o instante
Mas nunca consegui lá chegar...

Procuro a paz
Bem no interior
Sinto que não sou capaz
Minha alma morre de dor...

Morro ao toque de um beijo
Não encontrei o remédio
Abstraio-me e vejo
Que o frenético não passa de tédio!!

2 comentários:

Diana disse...

"Morro ao toque de um beijo"
adoro est verso...

mas vendo bem, adoro os teus poemas...

bjoO!!**

Teresinha disse...

Daria (Vai dar :P) uma música linda! ;) *