Nasci morto
À luz de uma vela mortiça,
tenho andado torto
a viver uma vida postiça
Fico preso,
Nesta espécie de alma
Vivo intercalado
Entre o frenético e a calma
Penso profundamente
Para onde a mente me atira
Não seria melhor claramente
Não viver uma vida de mentira?
A mentira persiste,
Confusa da minha subjectividade objectiva
Estou em estado decadente
Pois já nada me cativa...
Enfim, sinto que não sou eu
No fundo é o que queria ser
O tempo já não e meu
Chegou a hora de morrer.
Não quero partir, sem chegar a bom porto
Sinto que não fui um crivo,
Apenas nasci morto
E enterrado vivo...
2 comentários:
nem consigo imaginar o knt podes star a sofrer...
podias demonstra-lo...
gostei do poema...
bjinho gand!!**
" I was born when I met you!
Now I'm dying to forget you "
*
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