E não consigo dormir
São tantas as agonias
Que me vêem possuir
Agonias de ser
Quem sabe de viver
Não sei o que estou a fazer
Estou prestes a morrer
Sem dar conta adormeço
Todo o meu eu se apazigua
Sinto-me de novo no berço
Que me embala aquela mão, a tua
O mal estar, a tortura
A impiedosa agonia
Já cessaram, e também a loucura
Que no meu cérebro ardia
E o delírio que é viver
Que na minha mente existia
Começou a desaparecer
À medida que adormecia
Que bom não sentir
Mais dor nesta ferida
Pois quando estou a dormir
Não penso na vida...
1 comentário:
Como faz sentido...
Este poema faz-me sentir em casa...
Sugestão para solucionar o problema: ao invés de "dormires bem"; tenta sonhar acordado, assim, podes sempre ter uma vida de sonho...
abraço
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